Agricultores conhecem “Suplementação Luminosa” em Novo Machado e Eugênico de Castro

O Dia de Campo será realizado nesta quinta e sexta, 25 e 26, em Novo Machado e Eugênio de Castro, no Rio Grande do Sul, para que os agricultores gaúchos possam constatar o comportamento da cultura da soja safrinha nas condições da Tecnologia Irriluce, que consiste em Suplementação Luminosa para a lavoura.

No primeiro dia será realizado na propriedade do produtor Gerson Fitz, em Novo Machado, RS. Ele cultiva três variedades diferentes de soja safrinha para produção de sementes pela Costa Beber em uma área de 16 hectares, onde estão instalados dois pivôs com suplementação luminosa.

No segundo dia será na propriedade do produtor Roberson de Lima, em Eugênio de Castro, RS, onde será realizada a demonstração de sete variedades diferentes de soja, na qual será possível conhecer os benefícios da Tecnologia Irriluce na cultura da soja safrinha, em uma área de 35 hectares, e como as variedades irão se adaptar para a região.

Este encontro é realizado no Rio Grande do Sul, para mostrar como a tecnologia performa em diferentes estados do Brasil. Em fevereiro, em Cascavel, no Paraná, o Grupo Fienile registrou uma colheita que superou médias do Paraná e do Brasil, na qual a média entre todos os materiais ficou em 80,14, ou seja, 24,6% superior à média registrada no estado, que segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), foi de 64,3 e 34,1% maior do que a média registrada no Brasil de 59,76, na safra 22/23. “Estamos trabalhando para comprovar que a Tecnologia Irriluce funciona e traz excelentes resultados e muitos benefícios, tanto aos produtores rurais quanto ao consumidor final, uma vez que buscamos produzir mais, com mais qualidade, no mesmo espaço e com menor impacto ao meio ambiente, conta o agricultor e CEO do Grupo Fienile, Gustavo Alexandre Grossi.

A Tecnologia Irriluce consiste na junção de tecnologias com a utilização de módulos LED acoplados ao pivô de irrigação para suplementar luz e criar estímulos nas plantas durante a noite e dias nublados e chuvosos trazendo inúmeros benefícios, além do pivô que não irriga água. As luzes que iluminam a lavoura durante a noite promovem um verdadeiro espetáculo e encantamento, mas o produtor que decide investir é orientado da necessidade do conjunto tecnológico agronômico, técnico e científico para o sucesso da Suplementação Luminosa. Todo trabalho está atrelado a um aparato tecnológico desde o pivô à utilização da vazão d’água, nutrição e recuperação de estrutura de solo, manejo ligado a tecnologias como remineralizadores de solo, entre outras.

Assessoria de Imprensa Daniela Pereira

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